O Joelho Policêntrico Mecânico é um mecanismo protético de alta eficiência, projetado para proporcionar estabilidade, segurança e naturalidade nos movimentos de usuários com amputação transfemoral (acima do joelho). Seu sistema articulado de múltiplos eixos (policêntrico) permite que o eixo instantâneo de rotação se mova durante a marcha, simulando com precisão o comportamento anatômico do joelho humano. Essa estrutura confere maior estabilidade em fase de apoio e flexibilidade controlada na fase de balanço, tornando-o ideal para pacientes com mobilidade moderada a alta. O modelo é amplamente utilizado em reabilitações ortopédicas e em próteses modulares modernas. Características Técnicas Modelo: Joelho Policêntrico Mecânico Tipo: Articulação protética transfemoral (múltiplos eixos) Sistema: Mecânico – articulação policêntrica com controle por geometria e atrito Eixos: Quatro pontos (sistema de 4 barras) com alinhamento ajustável Trava: Manual ou automática (dependendo do modelo) Controle de movimento: Fase de apoio estável Flexão progressiva controlada Recuperação suave na fase de balanço Ângulo máximo de flexão: 145° Compatibilidade: Tubo modular de 30 mm (sistemas padrão ISO) Material: Liga de alumínio aeronáutico anodizado e aço inoxidável Cor padrão: Cinza metálico / preto Peso aproximado: 950 g a 1.200 g Capacidade de carga: Até 120 kg Origem: Importado ou nacional (HARPEN / OSSUR / OTTOBOCK compatíveis) Indicações Amputações transfemorais (acima do joelho) Pacientes com nível de atividade funcional K2 a K3 Reabilitação protética com foco em estabilidade e mobilidade controlada Uso diário em terrenos regulares e moderadamente irregulares Indicado para pacientes que desejam marcha mais natural e segura Contraindicações Pacientes com mobilidade muito limitada (nível K1) Peso corporal acima da capacidade nominal Uso sem supervisão técnica para alinhamento inicial Modo de Uso O alinhamento e os ajustes devem ser feitos por técnico ortopédico certificado. Regular a geometria e o centro de rotação para otimizar estabilidade e conforto. Testar o funcionamento em todas as fases da marcha antes da liberação ao paciente. Revisar periodicamente as buchas e parafusos de articulação.